terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Cidadania e Democracia Participativa

Segundo a escritora Gláucia Viola, da revista Sociologia, a realidade virtual ecoa em diversos campos da sociedade! O poder das redes sociais alcançou o Planalto Central, a Casa Branca, e todo o poder político mundial. Chama-se política 2.0, que vem acompanhada da Democracia 2.0, uma união funcional, crescente e horizontal.
Na teia do poder que se formou a internet, onde políticos estreitam laços com seus eleitores ao mesmo tempo em que eleitores se manifestam com muita liberdade. Protestos na Líbia, Egito, apesar da repressão do governo, ganham força por meio das redes sociais. Com essa nova organização, os manifestantes conseguem unir-se mais rapidamente pelos mesmos ideais, marcar reuniões, compartilhar informações entre si e com o mundo. As redes sociais não são uma moda passageira e sim um novo meio de comunicação em massa que chegou para ficar.

Embora não possam ser consideradas salvadoras da cidadania e democracia participativa, são com certeza eliciadora para um novo caminho político, em que as pessoas poderão não apenas eleger seus candidatos, mas construirão com eles um novo modo de governar. Assim esperamos!
Fonte: Revista Sociologia - editora Escala
Ano IV – Edição 37 –Outubro – Novembro/2011

Enaldo Cajé, 12/12/2011.

INFÂNCIA E NARRATIVA - FERNANDES, Adriana Hoffmann

INFÂNCIA E NARRATIVA: REFLEXÕES SOBRE AS REVOLUÇÕES

CULTURAIS NA INFÂNCIA DA CONTEMPORANEIDADE

FERNANDES, Adriana Hoffmann – UERJ – hoffadri@yahoo.com.br

GT: Educação e Comunicação / n.16

Prof. Dr. José Mário

06/12/2011

Componentes:
Ana Cristiane
Enaldo Cajé
Michelle

A autora Adriana Hoffmann aborda no seu artigo o conflito entre a cultura letrada e a cultura da imagem, que se originou na divergência entre a escola e as culturas infantil e juvenil.

Com o desenvolvimento da sociedade moderna, o ensino tradicional pode contar com auxílio dos recursos tecnológicos, para estimular o aluno no aprendizado, até mesmo, os incentivando a serem produtores nesses meios de comunicação. Porém no âmbito escolar ocorre uma discriminação na criação de textos não relacionados a cultura letrada.

Isso significa que os professores devem compreender que as crianças de hoje, são motivadas através não só dos livros, como também da utilização de outras mídias como; audiovisuais, videogame, mangás e etc. Ou seja, é preciso que os educadores aceitem outra maneira na criação de história, a não ser somente a cultura escrita com a letra legível.

Isso porque a cultura da imagem é vista pra velhos e antigos professores como auxilio recreativo, porém não entendem que os jovens estão inseridos em um mundo onde as novas técnicas, caracterizam como uma revolução na cultura e esta sendo expressa na forma de crianças e jovens contarem e escreverem suas histórias.


terça-feira, 29 de novembro de 2011

Por essa nem Steve Jobs esperava


Por essa nem Steve Jobs esperava. O banheiro pode se tornar a última fronteira da revolução digital.

Cada vez mais, o banheiro disputa com a sala de estar o título de próximo ambiente a ser afetado pelas tecnologias emergentes. Se na sala de estar, a disputa é entre Microsoft, Google e Apple; no banheiro, empresas como Toto, Kohler e Panasonic tentam dominar o mercado.

Algumas invenções high-tech para banheiro até fazem sentido, como um chuveiro com rádio e player de MP3 (para quem gosta de cantar no banho) ou um vaso sanitário que funciona por meio de sensores de movimento ou comando de voz, evitando assim o contato manual (útil e higiênico para banheiros públicos).

Outras, no entanto, parecem estar fora da curva, como um vaso sanitário que faz massagens e outro que toca uma música toda vez que você levanta a tampa do assento.

Na Ásia, o mercado de tecnologia para banheiro cresce a 25% ao ano. A revista Appliance Magazine, especializada em produtos domésticos, já decretou que o banheiro é a última fronteira da revolução digital.

Nos EUA, a tecnologia de banheiro ganha cada vez mais espaço em resenhas de blogs de tecnologia e editorias de informática de jornais.

Há 2 motivos para esse burburinho. O primeiro é comportamental. Cada vez mais, os banheiros são vistos como um ambiente de relaxamento e refúgio.

O outro é estratégico. Empresas japonesas, tradicionais neste tipo de tecnologia, resolveram expandir os seus mercados. Algumas começaram a invadir o mercado americano.

O Brasil não fica de fora dessa. A marca japonesa Toto entrou neste ano no mercado brasileiro, com vasos sanitários futuristas.

Semelhante a outras tecnologias de ruptura, os vasos sanitários high-tech emergem com alto custo – em média, US$ 6 mil, quase 12 mil reais.

Sam Grobart, editor de tecnologia pessoal no NYTimes, fez durante um mês as suas necessidades num vaso sanitário deste tipo. O jornalista mandou instalar em sua casa, em Nova Jersey, um vaso Numi, da empresa Kohler.

O primeiro detalhe é que Grobart precisou não somente de um pedreiro, mas também de um eletricista. Você precisa plugar o vaso na tomada.

Para o jornalista, o recurso mais interessante é o painel LCD, que permite que você crie preferências para cada pessoa da família – tipo e volume da descarga, temperatura da tábua do assento, além da opção de ouvir música ou notícias enquanto está sentado no vaso.

Segundo Grobart, o único problema foi ter que reiniciar o vaso sanitário. Num dia qualquer, simplesmente o computador embarcado no vaso travou.

Você deve estar se perguntando, por que uma pessoa compraria um vaso sanitário cheio de botões e recursos? A explicação é simples. Semelhante a outras tecnologias, a de banheiro é capaz de, por meio do uso progressivo, condicionar a expectativa do usuário.

Exemplo: depois de usar progressivamente tecnologias sem fio, dificilmente você utilizará produtos com fio. Ou seja, a tecnologia condicionou a sua expectativa. Daqui para frente, você sempre vai querer produtos sem fio.

No caso do vaso sanitário high-tech, o princípio é o mesmo. O que antes parecia desnecessário torna-se algo que você não viveria sem.

Portanto, da próxima vez que você avistar um vaso sanitário cheio de luzes e botões, tente segurar a risada. Talvez, daqui a alguns anos, esse apetrecho seja tão normal quanto “qualquer pessoa andar com um telefone no bolso”.

FONTE: GOOGLE 29/11/2011; 20:33

Enaldo Cage

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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O contraste entre os “velhos meios de escrever texto” e os “novos meios de digitar texto”.

“A industria da informatica está convergindo com a industria da televisão no mesmo sentido em que o automóvel convergiu com o cavalo, a TV convergiu com o nichelodeon, o programa de processador de texto convergiu com a maquina de escrever, o programa de CAD convergiu com aa pencheta, e a ediatoração eletronica convergiu com o linotipo e a composição tipográfica” (cultura da converg pag. 30).

A máquina de escrever e a de calcular foram de grande importância no desenvolvimento do homem, mas consumia muito papel.

O computador é um dos equipamentos mais usado no mundo. Seja por crianças, jovens e adultos. São geralmente encontrados nas escolas, escritórios, fábricas, residências, clubes ect. As pessoas no seu dia a dia utiliza para pesquisar, estudar,trabalhar, escrever textos, interagir com outras pessoas via internet, fazer compras, vender ect.
Apesar da tecnologia que envolve o computador não foi suficiente para reduzir o  consumo de papel.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Prólogo: O Planeta Nômade - A inteligência coletivas - Pierre Lévy

Segundo o texto alguns avanços tecnológicos estão mudando completamente o setor da comunicação, da informática, dos anúncios televisivos, essas mudanças estão chamando a atenção do público, para essas novas tecnologias de “multimídia”. Esses dados, textos, sons, imagens estão cada vez mais sedo trabalhados de uma forma digital, deixando dessa forma, a mão de obra humana, passando a utilizar somente o mecânico.
            A internet tornou-se o principal símbolo do heterogeníssimo e do transfron- teiriço, ou seja, do ciberespaço. A cada ano o número de pessoas conectadas vem crescendo de uma forma quase que descontrolada. Em 1994 mais de 20 milhões de pessoas estavam conectadas, de 11 anos pra cá mais de 100 milhões de pessoas estavam ativamente conectadas no mundo virtual.
            Esse desenvolvimento tecnológico acelerado acaba tornando-nos nômades, ou seja, passamos por transformações contínuas e rápidas nas paisagens científicas, tecnológicas, técnicas, econômicas, profissionais, mental... O mundo está avançando cada vez mais rápido, o espaço do novo nomadismo não é o território geográfico, mas sim um espaço invisível de conhecimentos, saberes e pensamentos que se transformar com as qualidades do ser constituindo dessa forma a sociedade.

Enaldo Cagé de Oliveira

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A contribuição das grandes empresas de telecomunicações e tecnologia para a cibercultura

Cibercultura - André Lemos

André Lemos, professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Engenheiro, mestre em política, ciência e tecnologia pela Coppe/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), doutor em sociologia pela Université Paris V, e pós-doutor pelas universidades de Alberta e McGill, no Canadá, ele atualmente coordena um projeto de pesquisa no CNPq sobre cibercidade.
Segundo André Lemos "A ética da estética vai impregnar todo o ambiente social e contaminar o político, a comunicação, o consumo, os negócios, as artes e a vida quotidiana no seu conjunto". (p. 92).

As redes sociais já eram usadas pelos nossos antepassados, pois viviam em grupos, mas hoje temos que dominar a tecnologia e participar das tribos que fazem a cibercultura.
Fazer parte da rede social ou rede de relacionamento, já faz parte da qualidade de vida; da realidade e não uma escolha. As grandes empresas de telecomunicações e tecnologia em investir na  ética da estética da ideia harmônica das formas e/ou das cores, cuja perfeição consiste na captação da beleza e das formas artísticas, nos induz a comprar Computador, Twitter, Orkut, Facebook, Smartphine... Enfim, as novidades do futuro e assim nos conectar as redes sociais ou redes de relacionamento.
Então, não ficar conectado é não fazer parte da tribalismo, o que Durheim chama de solidariedades mecânicas, ou Weber de comunidades emocionais.

 Enaldo Cage de Oliveira