segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A contribuição das grandes empresas de telecomunicações e tecnologia para a cibercultura

Cibercultura - André Lemos

André Lemos, professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Engenheiro, mestre em política, ciência e tecnologia pela Coppe/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), doutor em sociologia pela Université Paris V, e pós-doutor pelas universidades de Alberta e McGill, no Canadá, ele atualmente coordena um projeto de pesquisa no CNPq sobre cibercidade.
Segundo André Lemos "A ética da estética vai impregnar todo o ambiente social e contaminar o político, a comunicação, o consumo, os negócios, as artes e a vida quotidiana no seu conjunto". (p. 92).

As redes sociais já eram usadas pelos nossos antepassados, pois viviam em grupos, mas hoje temos que dominar a tecnologia e participar das tribos que fazem a cibercultura.
Fazer parte da rede social ou rede de relacionamento, já faz parte da qualidade de vida; da realidade e não uma escolha. As grandes empresas de telecomunicações e tecnologia em investir na  ética da estética da ideia harmônica das formas e/ou das cores, cuja perfeição consiste na captação da beleza e das formas artísticas, nos induz a comprar Computador, Twitter, Orkut, Facebook, Smartphine... Enfim, as novidades do futuro e assim nos conectar as redes sociais ou redes de relacionamento.
Então, não ficar conectado é não fazer parte da tribalismo, o que Durheim chama de solidariedades mecânicas, ou Weber de comunidades emocionais.

 Enaldo Cage de Oliveira

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