segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Prólogo: O Planeta Nômade - A inteligência coletivas - Pierre Lévy

Segundo o texto alguns avanços tecnológicos estão mudando completamente o setor da comunicação, da informática, dos anúncios televisivos, essas mudanças estão chamando a atenção do público, para essas novas tecnologias de “multimídia”. Esses dados, textos, sons, imagens estão cada vez mais sedo trabalhados de uma forma digital, deixando dessa forma, a mão de obra humana, passando a utilizar somente o mecânico.
            A internet tornou-se o principal símbolo do heterogeníssimo e do transfron- teiriço, ou seja, do ciberespaço. A cada ano o número de pessoas conectadas vem crescendo de uma forma quase que descontrolada. Em 1994 mais de 20 milhões de pessoas estavam conectadas, de 11 anos pra cá mais de 100 milhões de pessoas estavam ativamente conectadas no mundo virtual.
            Esse desenvolvimento tecnológico acelerado acaba tornando-nos nômades, ou seja, passamos por transformações contínuas e rápidas nas paisagens científicas, tecnológicas, técnicas, econômicas, profissionais, mental... O mundo está avançando cada vez mais rápido, o espaço do novo nomadismo não é o território geográfico, mas sim um espaço invisível de conhecimentos, saberes e pensamentos que se transformar com as qualidades do ser constituindo dessa forma a sociedade.

Enaldo Cagé de Oliveira

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

A contribuição das grandes empresas de telecomunicações e tecnologia para a cibercultura

Cibercultura - André Lemos

André Lemos, professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Engenheiro, mestre em política, ciência e tecnologia pela Coppe/UFRJ (Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro), doutor em sociologia pela Université Paris V, e pós-doutor pelas universidades de Alberta e McGill, no Canadá, ele atualmente coordena um projeto de pesquisa no CNPq sobre cibercidade.
Segundo André Lemos "A ética da estética vai impregnar todo o ambiente social e contaminar o político, a comunicação, o consumo, os negócios, as artes e a vida quotidiana no seu conjunto". (p. 92).

As redes sociais já eram usadas pelos nossos antepassados, pois viviam em grupos, mas hoje temos que dominar a tecnologia e participar das tribos que fazem a cibercultura.
Fazer parte da rede social ou rede de relacionamento, já faz parte da qualidade de vida; da realidade e não uma escolha. As grandes empresas de telecomunicações e tecnologia em investir na  ética da estética da ideia harmônica das formas e/ou das cores, cuja perfeição consiste na captação da beleza e das formas artísticas, nos induz a comprar Computador, Twitter, Orkut, Facebook, Smartphine... Enfim, as novidades do futuro e assim nos conectar as redes sociais ou redes de relacionamento.
Então, não ficar conectado é não fazer parte da tribalismo, o que Durheim chama de solidariedades mecânicas, ou Weber de comunidades emocionais.

 Enaldo Cage de Oliveira